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Radar Gonew: novas lideranças na era digital

Radar Gonew: novas lideranças na era digital

 

Controversos e bem-sucedidos, os atuais grandes líderes da era da transformação digital certamente têm como principais características a inovação e a criatividade, além de uma boa dose de ousadia e idealismo.

Elon Musk, por exemplo: ainda que tenha a reputação de excêntrico, o empresário certamente já provou sua capacidade de liderar equipes. O resultado? Bilhões de dólares conquistados. Ao lado do fundador da Tesla, Steve Jobs e Jeff Bezos também podem ser considerados os CEOs mais influentes do século 21.  Há pouco tempo também vimos a grande influência do CEO da empresa DeTrade Fund (DTF), Mark Jensen, que, na verdade, era uma criação de Inteligência Artificial. O CEO fake enganou inúmeros “clientes” com um golpe milionário.

Sob outra perspectiva, John McAfee, criador do famoso antivírus, foi preso por sonegação fiscal. McAfee não teria apresentado suas declarações de imposto de renda entre os anos de 2014 e 2018, ainda que tenha faturado milhões com criptomoedas, serviços de consultoria, entre outras atividades. Seguindo a tendência, a corretora Binance está sendo investigada por lavagem de dinheiro e outros crimes fiscais.

Casos assim fazem com que nos questionemos: por que algumas lideranças são consideradas referência atualmente? Devemos continuar a segui-las? Alguns insights da nossa comunidade podem dar o caminho.

Para Diego Godoy, pessoas corruptas não são, necessariamente, líderes ruins – e é justamente aí que está o perigo. Para ele, vários exemplos na história mostram como os “maus” podem ser excelentes líderes, uma vez que influenciam multidões.

Em contrapartida, Daniela Hennemann afirma que uma boa liderança precisa, definitivamente, de valores.

“Um líder, no meu conceito, não é simplesmente quem é seguido, mas quem estimula as pessoas a serem a sua melhor versão. Ninguém consegue enganar todo mundo o tempo todo”.

Complementando a discussão, Renato Bretzke opina que o conceito de liderança, de forma simplista, é o “potencial de influência que alguém tem”. Assim, quanto maior o potencial, maior é a liderança. Nesse caso, os valores e a ética cabem em como cada um faz o uso de sua liderança.

Para fomentar ainda mais o debate, exemplos como Boko Hara e Hitler foram citados. Segundo Marcio Lutterbach, Hitler, por exemplo, sustentou-se por meio da força e arbitrariedades. De modo interno, inicialmente; depois, pelo mundo.

“Se falseou de líder para ascender ao poder”.

Quer acompanhar e participar mais dessa discussão? Amanhã, no Bom Dia & Some Control no Clubhouse, às 7h45, vamos pautar essas contradições de líderes como Musk e John McAfee. Junte-se a nós clicando aqui!

Abaixo alguns links sobre o tema que circularam em nossa comunidade nos últimos dias! 

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