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Como podemos repensar o equilíbrio de poderes?

Como podemos repensar o equilíbrio de poderes?

As novas tecnologias exponenciais trazem uma oportunidade única para mudarmos as regras do jogo mundial, desde o acesso a alimentos, como a pobreza, educação, saúde, água, etc. Entretanto, essa oportunidade traz consigo uma redefinição dos poderes do indivíduo, da sociedade, dos governos e do conceito de propriedade. Como garantir que haverá a democratização real das tecnologias e não uma ruptura ainda maior entre os “ricos e imortais” versus os miseráveis e marginalizados que morrem de fome e de saúde básica? Qual o papel do estado nesse contexto?

Características humanas como criatividade, empatia e amor, assim como os sentimentos, nunca foram tão fundamentais. Entretanto, ao longo dos últimos séculos, fomos educados para aprender a repetir padrões, seguir o status quo, as regras sociais, esconder o que sentimos e atacar o diferente. A inteligência artificial aprendeu com base nos vieses inconscientes humanos e, com isso, traz ainda mais preconceitos e desafios. Como nos educamos e educamos a sociedade para lidar com isso e evitamos a continuidade?

As transformações cada vez mais aceleradas e a hiperconectividade imediata esgarçam as relações sociais. O medo do novo, muitas vezes, faz com que busquemos a segurança do conhecido, modelos mentais anteriores, a busca por “culpados” e, assim, a polarização cresce a cada dia. Como admitir que todos somos manipuláveis? Como evitar as polarizações, sermos inclusivos e cidadãos conscientes e responsáveis?

Nenhuma indústria está protegida das transformações e dos desafios. Não existem caminhos definidos, eles estão sendo desenhados conforme caminhamos. Então, como liderar as organizações nesse cenário? Temos muitas questões a serem debatidas e um futuro a ser desenhado. Quero ser parte das propostas e da liderança desse processo junto com esse grupo de feras.

Governança & Nova Economia
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