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Como o panorama da retomada econômica muda as estratégias empresarias?

Como o panorama da retomada econômica muda as estratégias empresarias?
Governança & Nova Economia
nov. 29 - 4 min de leitura
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Falar sobre retomada da economia significa, ainda hoje, no final de outubro de 21, encontrar uma soma de pareceres sobre o Brasil e o mercado empresarial em 2022. São diferentes ângulos, opiniões, uma percepção de que ainda não temos efetivamente um caminho ou algum denominador comum que todos concordam.  Se tivesse que consolidar, diria que as perspectivas são sim de crescimento e sucesso em curto prazo mas, que o médio prazo, em meados de 2022, promete uma queda que pode ser, desta vez, bastante pessimista.

Como lidar com a abundância de recursos? Como a aceleração da tecnologia acelera negócios, transforma economias, e como fazer essa transição? Aonde estará o poder? E do outro lado: como fazer negócios em um ambiente politico, econômico e social tão instável quanto no Brasil? São algumas das questões que estão presentes nas agendas dos empreendedores

O que isto afeta as decisões de negócios?

Significa, para os gestores de negócios, o que já sabíamos: que o ambiente empresarial nunca mais será dirigido e planejado com perspectivas de longo prazo. Os modelos de negócios e gestão devem, necessariamente, estar conectados:

(i) aos indicadores financeiros – capazes de nortearem ações de curto prazo que preservem a saudabilidade e perenidade do negócio – promover a capacidade de análise financeira;

(ii) À capacidade dos lideres em terem resiliência, flexibilidade e espírito empreendedor. A agilidade com que os negócios respondem ao mercado será fator determinante para o sucesso. Por fim, especialmente o grande aprendizado: que não existe modelo de negócio, empresa ou projeto que não estará constantemente em processo de mudança. Deve-se, assim, surfar a onda do curto prazo e se preparar para o longo prazo.

Mas, e na prática, sobre que ações e decisões estamos falando? 

Em todos os projetos e conselhos de empresas em que estou a agenda dos sócios fala em transformação digital, ESG e cultura organizacional. A grande questão sempre é: “o que fazemos hoje? Por onde começamos?”. Se tivesse que priorizar e definir ações de curto prazo acredito que a proposta seria:

1. Focar em educação em tecnologia, em todos os níveis, em todas as praticas e requalificar as pessoas;

2. Olhar as empresas com o olhar da construção de modelos, empresas e negócios novos que atendem a mesma dor de diferentes formas para construir pequenos ecossistemas. Trabalhar, efetivamente, com inovação, foco, agilidade e capacidade de pivotar como os motores

3. Entendermos que os hábitos e modelos de trabalho mudaram, que a realidade que já vinha se transformando da relação entre profissionais e empresas deve ser diferente e que pessoas são a chave do sucesso.

E como pensamos no futuro?

Sermos capazes de construir negócios que se transformam todo o tempo é o que gera perenidade. Entender que a cultura de dados, a hiperconectividade, a economia de escala exponencial e as contradições vieram para ficar. A chave então deve estar na aceleração dos processos – implantarmos, efetivamente, uma cultura de inovação e saber que a realidade será de experimentos, com acertos e erros.

Agilidade, transparência e autonomia serão cada vez mais incentivadas e serão as habilidades do futuro (na verdade, já são no presente). Cuidar e promover as pessoas por trás dos algoritmos, contruir valores, crenças e comportamentos em comum. Construirmos negócios que tenham propósitos firmes, capazes de gerar impacto nas pessoas, empresas e na sociedade.


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