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As sete regras do metaverso

As sete regras do metaverso

 

A mudança do Facebook Inc., controladora de Facebook, Instagram, WhatsApp e outras empresas, para o nome Meta fez com que o tema de metaverso - que não é tão novo assim - ficasse ainda mais em evidência. O conceito, que desde a década da 90 inspira pesquisadores e engenheiro de grandes centro de inovação (como o Vale do Silício), nada mais é do que uma combinação entre o mundo real com o virtual, como a criação de hologramas, óculos de realidade virtual e outras tecnologias que circulam entre relações humanas.

Hoje, mais do que uma visão utópica de futuro, o metaverso é, para muitos, o próximo desenvolvimento significativo nas comunicações globais. Ainda que o momento não tenhamos certeza da forma que assumirá, a certeza é de que, um dia, (para o bem ou para o mal) uma rede global de conteúdo espacialmente organizado estará disponível para todos, o que possibilitará grandes inovações em hardware, interface homem-computador, infraestrutura de rede, e outras diversas ferramentas digitais.

Ainda assim, para evitar o uso “indevido” da tecnologia, é importante definir conceitos base para a questão. Pensando nisso, desenvolvemos um Gonew Map com sete regras para o Metaverso com base em um artigo de Toni Parisi, desenvolvedor de software e pioneiro sobre realidade virtual. Vale ressaltar que as regras são hipóteses, feitas com base na  experiência e percepções de diversos profissionais da área. Confira: 

E para mais informações sobre esse e outros temas, não deixe de conferir nosso resumo com as notícias mais importantes do dia. Acesse community.gonew.co/daily

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